O menino que jamais cresceu
“Luia” tem 61 anos, mas na cabeça e no coração continua com 10. Uma criança eterna com deficiência intelectual, pensa devagarinho, fala do seu jeitinho especial e carrega um coração gigante de amor e alegria.
Adora pelúcias (sua favorita é a capivara sorridente), solta porquinhos para “brincar” no quintal, canta “Fuscão Preto” balançando o corpo e ilumina a APAE e a família grande com sua pureza e risadas.
Leve e afetuoso, “Luia” mostra que ser diferente colore o mundo como um arco-íris. Basta falar devagar, sorrir, esperar com paciência e convidá-lo para brincar, ouvir música ou abraçar — porque ele trata todo mundo como amigo de verdade.
Esse livro é inspirado em fatos reais da vida de Luís Antônio Joenck, e tem o objetivo de apresentar ele para o mundo, de forma leve e pura, assim como ele.
